É importante posicionar ZINGA cuidadosamente no amplo espectro de revestimentos protetores.

Para fornecer as informações vitais necessárias aos tomadores de decisão, informação sobre ZINGA é publicada na literatura profissional em uma base regular de diferentes países de todo o mundo.

Um exemplo recente pode ser encontrado na Revista Sueca ‘Process Nordic’ (página 6):

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Uma tradução em português pode ser encontrada abaixo:

Proteção de corrosão é um mercado crescente

A proteção de aço utilizando diferentes superfícies de revestimentos tem sido uma prática desde que o aço é usado mais frequentemente como material de construção no mundo. Analistas acreditam que revestimentos de proteção hoje representam vendas em mais de nove bilhões de dólares por ano e que este dado crescerá para quinze bilhões em menos de 5 anos.

Onde houver aço, há corrosão e também gastos relacionados com corrosão aumentam à bilhões. De fato, países como Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha e outros países industrializados tem uma relação de gasto individual de corrosão de mais de dez bilhões de dólares americanos. Isso significa que o custo com corrosão é significativamente maior do que a soma do gasto mundial com revestimentos industriais.

Proteção de tinta comprometida permitindo a penetração da corrosão

Proteção de tinta comprometida permitindo a penetração da corrosão

Um método comum de proteção de aço ao ataque pela corrosão é o revestimento da estrutura com diferentes tipos de tinta. Uma parte contém pigmentos anticorrosivos e aditivos, outras reagem com a humidade da superfície permitindo as mudanças no filme de tinta pela qual a barreira protetora é formada para bloquear o contato entre o ar / oxigênio e a superfície metálica. Muitos desses sistemas são efetivos, mas em caso de presença de bolhas, rachaduras ou outros defeitos no revestimento, por exemplo, devido a danificação durante o trabalho e / ou transporte e construção, a barreira será danificada e o efeito perdido.
Em ambiente costeiro, um revestimento completamente intacto, que foi aplicado muito fino (por exemplo, nas bordas não arredondadas), pode permitir íons de cloretos a penetrar na superfície do filme da tinta até a superfície do aço. Por isso é muito importante que as especificações da tinta sejam seguidas rigidamente, caso contrário erros poderão ocorrer. Normalmente custa quatro a cinco vezes mais corrigir os erros, do que foi o custo original da aplicação.

Esta é uma das forças motrizes do uso global da galvanização à quente para a proteção de aço há décadas. Galvanização à quente elimina muitos problemas que possam ocorrer no tratamento da superfície na forma de aplicação de tinta. Tendo dito isso, é entendido que também a galvanização à quente tem seus próprios parâmetros que devem ser seguidos para atingir um bom resultado. Peças tubulares fechadas devem, por exemplo, ser fornecidos com orifício de ventilação por metro com 25mm de diâmetro, para evitar explosão quando aquecidos. Entre arquitetos, era impopular fazer furos em estruturas cuidadosamente desenhadas, e preenche-los era um processo muito trabalhoso e caro.

Ponte Kalvoya em Oslo foi tratada com o sistema por filme de galvanização ZINGA quase 30 anos atrás.

Ponte Kalvoya em Oslo foi tratada com o sistema por filme de galvanização ZINGA quase 30 anos atrás.

Outra preocupação é o risco de empenamento de partes delgadas do aço. Mesmo uma pequena perda dimensional significa, por exemplo para uma longa peça que os furos dos parafusos não coincidirão com os furos do projeto. Isso também ocorre quando algumas ligas de aço tem uma superfície de estrutura diferente do aço comum e isso pode ser um problema para galvanização à quente. Assim, pode ser difícil atingir um desenho uniforme de uma construção soldada composta de diferentes tipos de aço. Alguns metais, tais como ferro fundido são difíceis para imersão à quente, e não podem ser mergulhados em um banho de zinco líquido com temperatura de 450 graus, pois isso levaria a defeitos superficiais.

Durante o início da década de 1970, um sistema de galvanização por filme chamado ZINGA foi desenvolvido na Bélgica. ZINGA pode ser usado em recargas de zinco para estruturas que não podem ser removidas e anteriormente tratadas por galvanização à quente, tais como para torres de alta tensão, pontes e sinais de transito.

Sistema de galvanização por filme ZINGA oferece o mesmo tipo de proteção catódica como a de imersão à quente, mas é aplicado da mesma maneira que um sistema de tinta. A galvanização liquida consiste em partículas de zinco atomizadas e resinas.

 

O método rapidamente provou funcionar bem para reparos e poderia restaurar ou aumentar a espessura de revestimento de zinco. Os bons resultados com esses tipos de reparos convenceram mais e mais fabricantes para também usar este método, dentre outros, a fim de eliminar os problemas com empenamento do aço por aquecimento.Mesmo o ferro poderia agora ser galvanizado, com a aplicação em temperatura ambiente. GALVANIZAÇÃO POR FILME combina proteção catódica / galvânica e barreira. Aplicação pode ser feita por pincel, rolo ou spray. O conteúdo de zinco na camada seca é de pelo menos 96%. Pode ser aplicado em humidade relativa do ar de até 95% e em temperaturas baixas até menos 15 graus Celsius. O revestimento de zinco seca ao toque em dez a 15 minutos e uma segunda camada pode ser aplicada após apenas uma hora.Devido a essas propriedades, a galvanização por filme é bastante utilizada no setor offshore e em aplicações de fundações de portos e pontes. ZINGA pode ser sobrepintado por razões estéticas se desejado, mas não necessita de nenhum acabamento extra.Um bom exemplo de grande duração e performance é a superfície da ponte Kalvoya, em Oslo. Foi tratada com ZINGA aproximadamente 30 anos atrás e somente agora que uma recarga está sendo considerada.Além disso, foi descoberto que um novo jateamento não será necessário antes de aplicar o novo revestimento com zinco, será suficiente a limpeza sob  alta pressão (700 bar) da superfície a ser tratada. Os testes de tração demonstraram que a camada de quase 30 anos de ZINGA ainda tem adesão de 11 Mpa.

Essa experiência claramente demonstra que é possivel manter virtualmente todos os tipos aço e construções de ferro sem manutenção por um grande número de anos, dando lhes uma proteção catódica total com o sistema de galvanização por filme ZINGA, desde que sejam apropriamente limpas e jateadas. Também foi mostrado que um novo jateamento não é sempre necessário quando, após algumas décadas for a hora de renovar o revestimento com mais zinco, diz Thor Smette, CEO da Zinga Sweden AB.